|
Entrevista com
Gabriele Baraldi
Pesquisador
arqueológico
Por
Pablo Villarrubia Mauso*
Para
Revista
Enigmas Express
-
Espanha
Tradução:
Anna Baraldi
Holst

Gabriele D'Annunzio Baraldi - arqueológo.
Baraldi, o último atlantólogo -
Gabriele D'Annunzio
Baraldi, este sábio nascido em San Próspero, Modena, Itália, viveu
muitos anos na Argentina e posteriormente no Brasil. Na Arqueologia, é
considerado um dos últimos atlantólogos e atlantófilos. Estudioso e
apaixonado por todos os territórios míticos mais pesquisados ao largo da
historia humana. Por desgraça, os homens já não tem capacidade de sonhar
e de viver as utopias, ao reinventá-las e, com isso, torna-nos mais
pobres a cada dia que passa. Baraldi mantinha acesa a chama da esperança
de “aprender a partir dos erros e acertos” cometidos pelas grandes e
pequenas civilizações que já habitaram a terra em seu passado remoto.
Quando o conheci
em 1988, vi nele um homem rodeado de livros, papéis e estatuetas
pré-colombianas no sótão de sua casa. Era um estudioso da história
oculta da humanidade, um "livre pensador", capaz de por no entredito os
mais consolidados modelos que a sociedade vigente nos impôs. "O amor
não pode ser comprado, tem que ser conquistado. Isto é a vida",
dizia ele em uma das tantas visitas que o fazia em São Paulo, onde
residia. Sua vida está repleta de aventuras e corridas. Apesar da minha
insistência para que ele escrevera uma obra com suas memórias, o sábio,
na sua modesta posição, disse-me que não se importava, mas que no seu
lugar, deixaria um grosso volume que ele mesmo custeou, aonde expõe um
sistema de tradução de escrituras desconhecidas: Os Hititas
Americanos (Centro de Cultura Megalítica São Paulo, 1997) com uma
tiragem de tão somente 500 exemplares. Gabriele D'Annunzio Baraldi
deixou nosso planeta em 2002, aos 64 anos de idade.
Pablo V. Mauso, Madrid,
Espanha.
A
entrevista:
Pablo:
Qual foi a razão de procurar cidades perdidas na América?
Gaberiele Baraldi:
Em Ica, no museu do professor Cabrera existe uma pedra com algo curioso
gravado: o Mapa Mundi mais antigo do mundo. Mostra a Antártida
sem gelo, a Atlântida e o continente Um, chamado Lemuria. A outra face
da pedra mostra a África unida a Europa, até os Urais e Madagascar unida
com a África. Na América do Sul apareciam varias “cidades perdidas”. Uma
delas é a de Ingrejil, que, em 1984, descobri no interior do Estado da
Bahia, aqui no Brasil. Trata-se de uma espécie de Sacsahuamán,
com grandes rochas lavradas, menires e outros vestígios arqueológicos,
incluindo calçadas de pedras que formavam parte de um grande conjunto de
senderos e caminhos que comunicavam com a zona Andina.
Pablo:
O senhor tem
decifrado várias inscrições que permaneciam totalmente ignoradas...
Baraldi:
Sim. Em 1988 descobri o idioma que corresponde a escrita hieroglífica e
protohitita, que na realidade é o idioma Tupi . Era o idioma
falado pelos indígenas que viviam no Brasil, na época da chegada dos
primeiros portugueses. Era quase universal, pois se aparentava com
idiomas de outras regiões do mundo. Comparei vocábulos e especialmente
sonidos do Tupi com a escrita dos Hititas, da Planície de Anatólia,
hoje Turquia. Consegui fazer uso com o "corpus epigráfico" do
francês Enmanuel Laroche, do italiano, Meriggi e de um alemão, Guterbock,
para estabelecer estas relações .
Pablo:
Demonstre-nos
um exemplo...
Baraldi:
Um dos símbolos gravados na pedra de Ingá, enorme rocha situada no
Estado nordestino da Paraíba, no Brasil, é semelhante a do número 163 da
tábua hitita de Laroche. No tupi se pronuncia "Mu-já" que
significa "parentes" , "raça" ou " nação". Já o símbolo 199 é "jassi"
em Tupi significa "mês" ou "lua". Mandei este e outros estudos a
Ecological Linguistics de Washington e seu presidente, Loyds
Anderson, me respondeu comunicando o interesse por estas traduções.
Pablo:
No seu livro
Os Hititas Americanos, o senhor demonstra que o antigo
Tupi-Guarani é um idioma chave, primogenitamente universal, por ser
usado para traduzir um sem fim de escrituras desconhecidas...
Baraldi:
Na realidade é o mesmo que o protohitita, quer dizer, o idioma
que se falava na desaparecida Atlântida pelo menos há 50.000 anos.
Baseado nele pude decifrar as caras A e B do famoso Disco de Phaestos,
descoberto em Creta, na Grécia, em 1908, contendo inscrições como as do
famoso monólito de Ingá com seus quase 24 metros de longitude e repleto
de inscrições muito bem elaboradas.
'Acredito que os
protohititas controlavam a energia geotérmica
e aparentemente fizeram os
hieróglifos com moldes aplicando
alta pressão mecânica e térmica sobre a
rocha'
Pablo:
Temos visto
que muitos procuraram decifrar a Pedra do Ingá sem conseguir resultados
convincentes, porém o senhor tem conseguido fazê-lo.
Baraldi:
Sim, com este sistema pude decifrar muitos dos símbolos do monólito do
Ingá que são semelhantes aos encontrados na Turquia, na antiga Anatólia
dos Hititas. Uma série de inscrições fala de uma “guerra de fronteiras”
entre dois soberanos de procedência Mesopotámica. Outra história nos
fala de uma terrível erupção vulcânica que cobriu de cinzas uma cidade
de pedra na costa Atlântica, similar ao que aconteceu em Pompéia e
Herculano.
Pablo:
Mesopotâmia? Atlântida? Por favor, explique-nos.
Baraldi:
Cheguei a
uma conclusão de que os Hieróglifos da pedra de Ingá foram lavrados
entre 1374 e 1322 antes de Cristo. A civilização Hitita floresceu na
planície de Anatólia, hoje Turquia, desde 2500 anos antes de Cristo.
Eles adquiriram alto nível mental, espiritual e técnico. Mas se
conservou na sua memória e nas suas crônicas uma catástrofe muito
antiga: a do arquipélago no meio do Oceano Atlântico. Se refugiaram em
várias partes do mundo, como na Mesopotâmia. Mais tarde, lograram
alcançar com suas embarcações as costas das Américas. O curioso é que
as inscrições de Ingá se assemelham com as de Barranco de Candia e as
de Hierro, que se encontram no arquipélago das Canárias.
Pablo:
As inscrições
do Ingá estão perfeitamente lavradas. O senhor tem alguma teoria para
explicar isso?
Baraldi:
Acredito que os protohititas controlavam a energia geotérmica e
aparentemente fizeram os hieróglifos com moldes aplicando alta pressão
mecânica e térmica sobre a rocha a partir da canalização da lava de um
vulcão extinto. Mais um detalhe importante que descobri: o monólito
formava parte da fachada de um monumento colossal que fora destruído.
Tratava-se da estatua de um monarca sentado em seu trono com dois leões
ou jaguares a seus pés.
'Onde está a semente das futuras encarnações
ou regeneração da Terra?
A
semente é espiritual, é uma vida
que
existe no espaço e no tempo,
em
qualquer dimensão'
Pablo:
O
que mais o intriga nestas investigações lingüísticas?
Baraldi:
Que os símbolos que encontrei entre os hieróglifos Hititas e
protohititas tem relação com os extraterrestres. Isso o descobri
numa placa metálica que foi recolhida de um OVNI caído em Roswell,
Estados Unidos, em 1947. Foi uma coisa estranha que aconteceu, pois eu
procurava, anteriormente, a origem na Civilização Atlântida, mas durante
a tradução aconteceram outras conexões diferentes. O protohitita
poderia ser uma espécie de esperanto pré-histórico procedente das
estrelas. O sentido dos ideogramas é complexo. Mesopotâmia,
Brasil, e Ilha da Páscoa, seus monumentos têm muitas semelhanças nas
escritas antigas.
Pablo:
Qual era a
idade de Atlântida?
Baraldi:
De pelo menos 200.000 anos. Esta cifra parece coisa de louco para os
arqueólogos ortodoxos. Os atlantes aprenderam a dominar a energia
geotérmica, quer dizer, o calor do vulcão e conseguiram realizar grandes
obras de engenharia para canalizar as águas. Atlântida foi, na
realidade, uma grande confederação de povos que se chamava "Constelação"
e se dividia em "Constelação do Cachorro", do "Leão", da "Cruz do Sul"
etc. A agrupação tribal que hoje conhecemos é uma desagregação de essas
antigas estruturas sociais simbolizadas por constelações e figuras de
animais que logo se transformaram em cultos totêmicos.
UFOVIA: Quais
são suas fontes de investigação para este tema?
GB:
A Biblia dos Hebreos, o Popol Vuh dos Maias-Quichés da
Guatemala e o Mahabarata. Todos falavam de grandes catástrofes
dilúvios e dos sobreviventes das grandes civilizações.
Pablo:
Quando e como
desapareceu a Atlântida?
Baraldi:
Em conseqüência da mudança da posição de eixo terrestre e também na
acumulação de águas nos pólos. Entre 17.500 e 13.500 antes de Cristo
ocorreu uma grande convulsão telúrica: maremotos provocados pelo
deslocamento do eixo da terra transfiguraram a geografia terrestre.
Entre 13.500 e 9000 a.C. foi que se completou o assentamento das placas
continentais que conhecemos na atualidade.
Pablo:
Em meio a
tudo isso, existiram várias e grandes civilizações desconhecidas, não é?
Baraldi:
Exatamente. Tivemos varias civilizações humanas portadores de grandes
evoluções, mas que entraram em grande decadência, ciclicamente. Algumas
delas se extinguiram ao longo de milhões de anos como atestam os livros
sagrados da antiga Índia.

'Não consegui entrar na Cueva, mas fiquei sabendo
de
muitas coisas secretas que um dia revelarei'
Pablo:
Quais são as
lições e conclusões que o senhor tirou com todas estas investigações?
GBaraldi:
A pergunta é: onde está a semente das futuras encarnações ou regeneração
da Terra? A semente é espiritual, é uma vida que existe no espaço e no
tempo, em qualquer dimensão. A preocupação ecológica que existe hoje é
mais um sentimento de medo da desintegração de nossa humanidade. A vida
está no espaço e no tempo, disposta a ressurgir no momento em que
existir as condições favoráveis a ela. E nós, deveríamos ajudar. Por
isso, não devemos ter medo das catástrofes transformar-nos em fanáticos
religiosos e alucinados seres humanos com medo do futuro.
Pablo:
O senhor
conheceu os principais protagonistas dos descobrimentos da Cueva de
los Tayos, no Equador. Também traduziu algumas das placas a partir
do protohitita. Qual foi a sua conclusão sobre tudo isso?
Baraldi:
Muitos eram símbolos astronômicos. Na realidade - e isso pouca gente
conhece -, as placas foram desmontadas em pedaços de três dimensões que
os indígenas encontraram quando entregaram-nas ao Padre Crespi.

Antiga
estatueta equatoriana.
Pablo:
O senhor viu
as famosas placas de ouro de Crespi no seu museu em Cuenca, no Equador?
Baraldi:
Sim, tinha
placas de latão, de prata e de ouro. Eric Von Daniken não fez
fotografias de todas. Eu tenho algumas imagens inéditas. O Padre Crespi
tinha muitas peças falsas entre as autênticas. Ele mandou enterrar uma
pirâmide perto de Cuenca, conservando-a para a posteridade, por causa
das atuações dos huaqueros. Por isso os índios o amavam tanto,
porque era o maior defensor do seu patrimônio histórico e cultural.
Pablo:
Que tipo de
contato o senhor teve com Juan Moricz, o descobridor oficial da Cueva
de los Tayos?
Baraldi:
Eu fui a
Guayaquil para falar com Moricz e ele me levou até a zona dos Tayos.
Fomos até a sede de sua empresa mineradora e conheci os militares que
lutavam contra os peruanos. Havia interesses pelas minas de ouro, prata
e demais minerais raros, situadas naquela região. Não consegui entrar na
Cueva, mas fiquei sabendo de muitas coisas secretas que um dia
revelarei.
*
Pablo Vilarrubia Mauso é
jornalista, pesquisador e ufologista residente na Espanha. É articulista
da revista Más Allá.
-
Fotos:
Capturadas do vídeo "Os Amero-hititas", produzido por Gabriele
D'Annunzio Baraldi.
-
Produção para o português:
Pepe Chaves (pepechaves@yahoo.com.br).
* * *
Entrevista com Anna Baraldi Holst
Ex-aeronauta, pesquisadora em Espiritualidade,
tradutora de Espanhol e Italiano. É irmã de Gabriele D. Baraldi.
Por
Fábio Bettinassi*
Para
UFOVIA
www.viafanzine.jor.br/ufovia

Walter e Anna Baraldi Holst.
Anna Baraldi Holst assim como seu irmão Gabriele, nasceu
em Modena, na Itália e reside no Brasil há muitos anos. Anna é casada
com o piloto aviador Walter Holst, o casal reside em Itapema/SC. Em
entrevista ao portal UFOVIA ela falou do legado deixado pelo arqueólogo
Gabriele Baraldi e de sua grande figura humana.
UFOVIA: Seu irmão, Gabriele Baraldi, foi um
destacado arqueólogo italiano, que defendia uma interessante teoria
sobre a pedra do Ingá e mantinha uma visão bastante ousada sobre
particulares aspectos do passado de nossa humanidade. Quais foram as
principais pesquisas realizadas por seu irmão, este verdadeiro Indiana
Jones italiano?
Anna Holst:
Devo começar um pouco mais atrás no tempo para dar continuação a
sua pergunta. Nossa família, os Baraldi, saiu de Modena para alcançar
pela primeira vez, o continente Sul-americano. A primeira etapa foi a
Argentina, alcançamos o meu pai, que já se encontrava lá à nossa espera,
com a esperança no coração de um novo lar sem guerra. Foi em 1950 quando
chegamos ao solo Sul-americano pela primeira vez e agradecemos pela
experiência. De fato, foram anos de abundância durante o tempo do
mandato de Perón e Evita. Mas, falar da personagem do meu irmão é quase
suspeito. Gabriele, foi um grande arqueólogo, para mim é uma honra poder
demonstrar em palavras a personalidade dele. Ele era um personagem
original, viajou muito, viveu um tempo na Europa, Bélgica, sempre com o
interesse voltado para suas pesquisas, casou-se com Hannelore, de
nacionalidade alemã e teve uma filha Tânia. Todas as qualidades posso
enumerá-las: destemido, intuitivo, grande senso de humor e um grande
respeito pelo ser humano. Era sensível, mas ao mesmo tempo um filósofo
nato, com o equilíbrio típico de um libriano. Na nossa família, foi um
irmão, um pai, um amigo e conselheiro. Eu o considero iluminado. Isto
não deve ser tomado como exagero, mas é como eu analisei a sua
personalidade e como ele demonstrou-se durante toda sua vida na Terra.
'Falar
da personagem do meu irmão é quase suspeito. Gabriele,
foi um grande arqueólogo, para mim é uma honra poder
demonstrar em palavras a personalidade dele'
UFOVIA:
Ele era o ponto de referência da família...
Anna Holst:
Sim.
Nos momentos de crise ele conseguia com sua criatividade determinação e
decisão resolver qualquer assunto, demonstrou isso, especialmente,
quando meu pai viajou para Argentina. Ele era um guerreiro com a nobreza
de um ser amoroso, altruísta, compreensivo, conseguia harmonizar e
alegrar a nossa família. Era muito companheiro da nossa mãe que ficara
sozinha na Itália, com a responsabilidade de todos esses filhos
pequenos. E quando a fome apertava, ele, inclusive, sabia como resolver,
tinha a coragem de pedir, fazendo favores, ajudando em algum trabalho e
com seu entusiasmo, conseguiu trazer a todos nós para o Brasil, em 1960.
Ele já se encontrava aqui, fazendo suas pesquisas e trabalhando para
nos ajudar no que fosse necessário. E aqui estou eu no Brasil em,
Itapema-SC, seguindo e relembrando também meus outros irmãos
maravilhosos, pessoas com o espírito de sacrifício muito grande. A
começar pelo mais velho, são eles, Romano, Giancarlo, Gabriele, Anna,
Giorgio e Gianni. Inclusive, meu pai, Guerrino, ainda vivo, com 90 anos
está com o mesmo espírito de aventura, como todos nós. Ele está saudável
e cheio de entusiasmo para dar e vender. Falando do meu irmão mais velho
já que ele era mais silencioso, chamava a Gabriele de “louco artista”,
já que sempre foi bem diferente da personalidade dos outros, pois amava
aventurar-se. Mas sou quase uma cópia dele, sempre fomos muito afinados
nas idéias.
UFOVIA: Nos fale um pouco das obras e do
legado de Gabriele à Arqueologia mundial.
Anna Holst: O material ficou comigo
para dar a continuação a esse paciente trabalho de formiguinha, que ele
completou com grande gratidão as forças divinas. Ele nos deixou uma
obra, entre seus principais trabalhos estão: um admirável
livro-dicionário intitulado "Os Hititas Americanos" (Gabriele D’Annunzio
Baraldi Ed. Imega-Edicon-1997), onde aborda "A Pedra De Ingá"; o livro
a "Descoberta doc.512”, que foi premiado pela Academia Paulista de
História - "Prêmio Clio de História", em 09 de outubro de 2002,
atualmente, encontra-se na Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro. Ele se
dedicava à pintura, em estilo próprio e em 1985, no Hotel Cesar Park,
recebeu o "Internacional Oscar", pela técnica especial em pintura,
este prêmio patrocinou suas pesquisas.
UFOVIA: Uma importante descoberta de
Baraldi, foi a cidade perdida de Ingrejil. Comente, por favor.
Anna Holst: A descoberta da cidade
de Ingrejil foi muito significativa, pois foram encontrados vestígios
pré-colombianos. O local é datado de 2000 a.C. Ainda conservo um DVD
onde pode-se entender muito sobre seus trabalhos. A sua vida foi
dedicada às pesquisas arqueológicas. Na casa onde ele morava, em São
Paulo o seu atelier era no porão e lá, ele ficava na companhia de
livros, quadros, Estatuetas pré-colombianas, pedras, pirâmides oráculos
etc. Ainda tinha o projeto de escrever um livro sobre "A Arca da Aliança
Perdida". Adorava futebol e torcia para o Brasil, e nos domingos se
reunia com a esposa, meu pai e os irmãos para jogar pôquer de dados era
uma das coisas que se fazia desde quando chegamos no Brasil . Isso
manteve unida a família até hoje, já que a vida é um jogo, vamos jogar .
Fora a música que nunca podia faltar. Gabriele D’Annunzio Baraldi nasceu
em 03 de outubro de 1938 e partiu da Terra em 24/09/2002. Ele disse que
um guerreiro luta até o fim.
-
Texto editado da entrevista exclusiva de Anna
Baraldi Holst ao portal UFOVIA.
*
Fábio Bettinassi
é
co-editor de
UFOVIA,
publicitário, pesquisador e reside em Araxá/MG.
-
Fotos:
Arquivo pessoal de Anna B. Holst / Arquivo
Via Fanzine.
- Para ler mais sobre
Gabriele D. Baraldi:
www.viafanzine.jor.br/arqueologia.htm
-
Produção:
Pepe Chaves.
Clique aqui par ler mais entrevistas
Voltar à página inicial.
|